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Sexta-feira, 5 de Janeiro de 2007

Lisboa-Dakar

Para ser sincera, nunca fui muito apaixonada por carros, motores ou velocidades, mas sempre soube algumas coisas, acho que o básico, sobre carros, já que o meu Pai é bate-chapa.

Com as aulas de código sobre mecânica e as aulas de condução em que o instrutor abria o capot para mostrar o interior do carro, eu fiquei a saber um pouco mais de carros e, também, a gostar mais de carros.

Como o meu estágio é perto de Belém, na terça e na quarta, enquanto andava pelas ruas vi alguns carros e camiões que vão participar no Lisboa-Dakar...e que carros! Delirei ao vê-los! Então ontem, eu e o meu pai fomos apreciar essa grandes máquinas....

A zona de Belém está com o trânsito condicionado. Pelo que percebi só os transportes públicos passam para além do Mosteiro dos Jerónimos, porque é naquela zona e nos jardins em frente que estão os carros e os camiões estacionados e os pilotos a passear. Eu e o meu pai tivemos alguma sorte, porque encontrámos um buraquinho para estacionar numa rua perpendicular à rua do Jardim Botânico (acho que aquilo é um Jardim Botânico...).

Antes de vermos o que interessava, os carros, eu e o meu pai andámos a espreitar as barraquinhas dos patrocinadores e dos paises por onde vai passar o Dakar. Aquelas barraquinhas com areia no chão, puffs, incenso a queimar, pessoas vestidas de arábes fez-me relembrar a minha semana na Tunísia...ai que saudades! E ainda recebemos cada um de nós um sacão dos correios e um jornal diário :) Português que é português gosta sempre de receber uns brindes onde quer que vá...

Lá no recinto, também estavam dois senhores a apresentar os carros/camiões/motas que vão participar neste concurso. Estava várias pessoas a assistir, principalmente turistas, munidos de câmaras de filmar, máquinas fotográficas e telemóveis para ver se apanhavam algum piloto conhecido. Eu e o meu pai tivemos sorte, porque, entre os poucos pilotos e respectivos carros que, vimos o Carlos Sainz e o Tim Coronel. O Carlos Sainz conhecia de nome e de outros Dakares, mas o Tim Coronel não...Fiquei a saber que é holândes (estava lá uma familia de holandeses desde as 11h da manhã para o ver, que vinha da Turquia e que parou em Lisboa só para o ver...), tem um irmão que é piloto e, pelos vistos, mais famoso que ele e que vai levar a namorada para o Dakar. É amoroso!

No fim, lá fomos apreciar os camiões e os carros. O Jardim de Belém, em frente aos Jerónimos, parecia um parque de estacionamento! Fiquei deveras impressionada, principalmente com os camiões. Metem respeito! Tem suspensões duplas (foi o meu pai que me disse) e cada roda daquelas deve ter o meu tamanho à vontade.

Tive pena de duas coisas: de não ter levado a minha máquina fotográfica e de não ter podido guiar um camião daqueles. Fiquei com vontade de experimentar! Com certeza teria de chegar o banco bem à frente para poder levar a embraiagem até ao fundo, mas como já é hábito meu, era na boa. Deve ser emocionante conduzir um "bicho" daqueles numa estrada, deve dar um gozo extraordinário ir lá em cima... Talvez um dia concretize esse meu desejo recente...No fim do ano, ao bater das 12 badaladas como uma passa a pensar nisso...

publicado por Marisa às 13:21
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3 comentários:
De Ricardo a 5 de Janeiro de 2007 às 14:30
Bem este post deixou-me a roer de inveja, eu sempre tive um fascínio por carros desde miudo, embora na altura pouco ou nada soubesse do assunto, só o simples trabalhar dos motores deixava-me de boca aberta, com o passar dos tempos fui começando a entender mais do assunto e isso foi alimentando o bichinho cada vez mais, por isso mesmo é que hj em dia sou um fã absoluto sobretudo dos ralis e como tal tento sempre ir assistir às provas sejam elas cá do regional ou já famosa prova internacional "Rali vinho Madeira". É um previlegio para as pessoas de lisboa terem a oportunidade de assistir tanto a carros como a grandiosos pilotos, pecado mesmo, foi o facto de teres deixado a maq. fotográfica em casa, seria giro ter o post acompanhado por umas belas fotos dessas "super machines". Para terminar gostaria naturalmente de desejar as maiores felecidades a todos os portugueses que estão envolvidos na prova e sobretudo à Isabel e ao carlos Sousa.

...LET THE GAME BEGIN!!!!
De n a 6 de Janeiro de 2007 às 23:16
Notas:
- O Holandês vai ler a namorada não por um acto de "ser fofo", mas para a vender - trocar - quando ficar a precisar de reboque, ou peças, ou gasolina, no meio do Deserto. As Holandesas são loiras, e naquela zona, uma loira, upa upa, é melhor que a sardinha em época alta.
- Ainda bem que não tens carta de camião
- Os brindes eram de jeito ( e sim tens razão, o tuga, adora brindes)

PS Ah e tal; lol; BOM ANO ;)
(N)
De ich a 8 de Janeiro de 2007 às 14:32
Notas às notas:
- Aquilo que se troca no deserto são geralmente dromedários e não gasolina, uma vez que esta não é um recurso natural e, por conseguinte, não brota do subsolo.
- Os habitantes do norte de África, contrariamente ao que se pensa, têm uma maior preferência pelas negras e mulatas, manifestando pouco ou nenhum interesse pelas louras e chegando mesmo a vender-lhes artigos a preços muito mais elevados.
- O holandês leva a namorada com ele, não por ser fofo nem para trocá-la, mas sim para lhe saltar para a cueca (trata-se de uma questão de lealdade que distingue os holandeses dos portugueses, que dispõem de um(a) amante em cada continente).
- Lol.

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