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Sexta-feira, 12 de Janeiro de 2007

Borbulhas, a praga!

Depois de uma aula de Filosofia, um post para descontrair....

Lembro-me da minha primeira grande borbulha como se fosse hoje. Tinha 12 anos. Estava a preparar-me para o meu baptismo de avião quando reparo em algo no meu queixo, uma borbulha. Já na Madeira, no elevador do hotel olhei para o espelho e pensei "É mesmo grande esta borbulha". Como sou uma menina bem educada, tentei seguir o que a minha Mãe sempre me ensinou "Não espremas as borbulhas, porque depois é pior!". Mas é impossível! Eu bem tentei, mas a minha mão ia sempre parar à maldita da borbulha...E, desde, que a minha Mãe me disse que quando era nova arrebentava borbulhas e a vi, também, a espremer uma borbulha, quem decide o que faz com as minhas borbulhas sou eu!

Já passaram 10 anos, já ultrapassei a puberdade e ainda tenho borbulhas. Durante este tempo todo houve alguns interregnos, apenas quebrados pelo aparecimento temporário de algumas borbulhas. O pior tem sido nos últimos 2 anos, mais coisa menos coisa. As borbulhas têm aparecido em força no lugar do costume, o meu queixo. Adoram o meu queixo e a zona circundante. Por vezes, aparecem algumas na texta e nas maças do rosto, mas nunca são feias e horrosas como as do queixo.

Pelo que oiço dizer, as borbulhas aparecem mais em peles com tendência a ter um maior grau de oleosidade, mas, no meu caso, não percebo, porque a minha pele até bastante seca.

Para explicar o "caso mistério das borbulhas aparecidas" tenho 2 teorias: as azeitonas e o chocolate! As azeitonas são uma tentação! Eu bem tento não comer azeitonas e uma vez já consegui não comer durante muito tempo, mas depois penso "É só uma!" e depois vem a segunda,  a terceira...e agora como todos os dias. A culpada és tu Carina!! Tu e o teu pai, que querem a minha desgraça! Quanto ao chocolate, também dizem que provoca borbulhas e, realmente, eu comecei a apreciar mais chocolate à, mais ou menos, 2 anos, quando as borbulhas começaram a aparecer...

A solução para este caso devia ser deixar de comer azeitonas e chocolate, mas isso é dificil. Azeitonas ainda posso tentar, mas agora deixar de comer chocolate, nem pensar. Só como alguns bocadinhos por semana, acho que não deve fazer mal nenhum. Também já tentei aquela solução dos cremes, mas a minha pele é tão seca e tão sensível que os cremes me começam a fazer alergia e tenho que parar de os pôr.

O que tenho que fazer é conviver com as borbulhas e tentar encontrar algumas mesinhas caseiras para exterminá-las.

Tenho de telefonar para o José Carlos Malato e pedir-lhe para no "Um Contra Todos" por na parte dos Provérbios e Adivinhas o belo do provérbio Cara borbulhosa Cara formosa, que, obviamente, deve ter sido inventado por alguém com borbulhas. O Malato com aquela simpatia toda vai-me responder "Cara Marisa, acho que esse provérbio não é o melhor....hum...nunca me lembro de ser tão feliz com borbulhas"!

publicado por Marisa às 13:27
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Quarta-feira, 10 de Janeiro de 2007

Dever vs Querer

Nas férias de Verão entre o 9ºano e o 10º ano andava toda contente, entusiasmada e, principalmente, curiosa. Como seria andar numa escola secundária? Como seriam os novos colegas de turma? Como seria ter Filosofia?

Chegada à Escola Secundária, a curiosidade deu lugar às constatações. Andar na Escola Secundária era igual a andar na Escola Preparatória. A turma revelou ser muito fixe, com alguns colegas que se tornaram em amigos até então. Filosofia....pois...Filosofia...não era bem o que esperava, era muito mais dificil. Se o 10º ano foi dificil, o 11ºano foi um desastre. O Kant fez com que eu tivesse a minha única nega num período em 12 anos de escola...Obviamente que no 12º ano não escolhi Filosofia!!

É interessante discutir com os amigos, pais, e, até mesmo, com os professores certos temas tabú ou que fazem ter várias opiniões, mas transpôr isso para papel numa hora e para avaliação, confesso que não achei nada interessante. Mais tarde descobri que Filosofia não existe só na Escola Secundária, descobri que é uma disciplina da Escola da Vida.

São vários os momentos em que nos deparamos com certas situações em que nos leva a pensar, em que nos leva a filosofar. Não só nas perguntas da praxe "Quem sou eu?", "De onde vim?" e "Para onde vou?", mas também em situações relacioanados com a moral, ética, respondabilidade, saber estar, saber ser, dizer sim, dizer não, escolher o caminho da direita ou escolher o caminho da esquerda...

Dever vs Querer. Também é uma questão filosófica, a meu ver. Tenho até tentado descobrir no meu cérebro, na caixinha das memórias, se houve algum texto sobre este tema numa aula de Filosofia. Não me consigo lembrar. Adiante...

Dever vs Querer. Felizes são os momentos e as situações em que o Querer e o Dever coincidem, em que se conjugam num só. O pior é quando acontece o contrário, quando o Querer é o Sol e o Dever é a Lua, quando o Querer é Água e o Dever é Azeite. Não seria tão mais fácil se na nossa vida o que nos queremos fosse aquilo que devemos ter?? Seria...Evitaria muita tristeza, angústia, pensamentos em altas horas da madrugada...Mas, infelizmente, muitas vezes o que nós queremos não está certo, não deve ser assim. Como não existe uma concordância, temos que optar, temos que escolher entre o Querer e o Dever, temos que escolher entre o Coração e a Razão. Muitas vezes pensei que nestas situações o melhor é seguir o que o Coração diz, por ser verdadeiro, por não se deixar pressionar por várias coisas, mas não..., por vezes, o melhor é mesmo seguir o que nos diz a Razão, por mais que isso custe...

publicado por Marisa às 13:28
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Segunda-feira, 8 de Janeiro de 2007

Vrum Vrum

Desde o ano passado, que o Dia de Reis não é só, simplesmente, o dia em que os Reis Magos chegaram ao pé do Menino Jesus e lhe entregaram ouro, incenso e mirra, mas também o dia em que me senti um pouco mais crescida, mais responsável: tirei a carta de condução!

Depois de quase 1 ano e meio a tentar tirar a carta, no dia 6 de Janeiro fiz o exame de condução e, oficialmente, tornei-me uma maçarica. Sei que demorei muito tempo a tirar a carta e por isso ouvi muitos raspanetes dos meus pais, de alguns dos meus familiares e das minhas amigas, mas o facto de ter aulas na faculdade desde a hora do almoço até às tantas da noite e gostar de dormir um pouco até mais tarde, fez com que só fosse a uma ou duas aulas por semana e tentasse fazer muitas durante as férias, o que não dava porque o meu instrutor principal (sim, porque eu tive 4 instrutores) tirava sempre férias quando eu queria avançar na condução. Isto fez-me ter 4 instrutores e experimentar 4 carros. E o instrutor que me levou a exame de condução não ser o mesmo, que me iniciou nas artes de conduzir no simulador. Claro que é um pouco estranho, mas foi bom ter experimentado vários carros, assim fiquei a conhecer que, tal como as pessoas, cada carro tem a sua própria personalidade.

Nunca mais me vou esquecer do Dia do Exame de Condução. Depois de uma semana de nervos a pensar como iria correr o exame, nesse dia tinha 6 valdiespert's dentro de mim (2 tomadas na noite anterior, 2 ao pequeno almoço e 2 ao almoço), estava receosa, mas muito calma. A manhã, dentro do possível, correu bem, foram as melhores aulas de condução que tive. O único senão foi mesmo, poucas horas antes do exame, o carro da condução ter sido albarroado (será assim que se escreve?) por uma carrinha que vinha a andar bem e que quando nos viu parados a ceder passagem a um autocarro travou mesmo em cima e como o piso estava molhado, derrapou e bateu-nos por trás. Eu como ia no banco de trás, porque não era a minha vez de conduzir, fiquei como uma dor no pescoço devido ao embate. Às 14h, à hora do exame, depois dos policias tomarem conta da ocorrência, o carro com uma porrada na traseira e eu com um pacote de leitinho com chocolate no estomâgo,  já estava naquela "seja o que Deus quiser..eu quero é ir para casa". Felizmente, o meu exame de condução correu bem, passei sem nada a apontar, excepto "ó menina não pode ficar aí parada, tem de avançar, tem de ser mais rápida!".

Um ano depois posso dizer que o balanço é positivo! Descobri que ter carta de condução dá enorme jeitão, tanto para ir às compras com a Mãe, como para facilitar a vida ao Pai quando bebeu um pouquinho mais nos jantares de família e, ainda, para ir aos centros comerciais, passear e sair à noite com as amigas. Também descobri que adoro conduzir, dá-me imenso gozo conduzir, preferencialmente, em percursos urbanos e não em grande velocidade nas AE's.

Neste primeiro ano cada momento agarrada a um volante soube-me como uma vitória. Várias foram as minhas vitórias: a primeira vez que fui sozinha de carro até à faculdade; a primeira vez que entrei na 2ª circular sozinha; a primeira vez que fui com a minha Mãe à Costa da Caparica; duas viagens Lisboa-Coimbra (só com paragem para o chichizinho da praxe no meio da floresta); duas festas na faculdade com regresso de madrugada pelo Monsanto; ultrapassagens a camiões na viagem para a terra; subida da ponte de Loures da CREL a 100km/h, em 5ª, num Ford Fiesta carregado de malas e com 4 pessoas dentro; viagem até Salvaterra com a Claudia do meu coração (uma viagem de gajas!!); uma saída só de gajas até ao Parque das Nações; e uma ida até à marina Cascais de noite com o pessoal. Claro, que para a maior parte das pessoas isto não é nada, mas para mim foram grandes vitorias!

Quanto a sustos, também, já apanhei alguns. Um instrutor de condução que ao sair de uma bomba de gasolina ia contra mim; um carro que, na IC2, ao fazer ultrapassagem demorou a regressar à via dele e eu com o susto e para me desviar, quase que ia à valeta; uma passagem num amarelo a cair para vermelho com o carro da policia parado do outro lado do cruzamento;  carros que na 2ª circular entram à papo-seco...

Risadas também já foram muitas:  o carro que não pegava em Belas, o motor quase a afogar e o Nuno a balançar o carro; os faróis que eu, tantas vezes, me esqueço de ligar à noite e que já fez ganhar um miminho da Policia em alto e bom som "Acenda as luzes!!!"; e, claro, a minha mudança de pneu no Odivelas Parque dirigida pelo meu pai, só mesmo dirigida, porque quem mudou fui eu....

Concluído este primeiro ano de carta, só tenho que agradecer ao meu Pai, por ter sempre confiado em mim e não ter qualquer problema em me passar os carros para a mão, em qualquer lugar que seja; e ao pessoal que já andou comigo no carro, por não ter medo de se aventurar comigo...ao Nuno, por ter sido o meu co-piloto em terras saloias de Belas e escuras como bréu; à Carina, a minha co-pilota oficial; à minha Mãe, que também adora andar comigo; e a todos que já andaram comigo...

Que o próximo ano seja tão bom ou melhor que este!

publicado por Marisa às 13:14
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Sexta-feira, 5 de Janeiro de 2007

Lisboa-Dakar

Para ser sincera, nunca fui muito apaixonada por carros, motores ou velocidades, mas sempre soube algumas coisas, acho que o básico, sobre carros, já que o meu Pai é bate-chapa.

Com as aulas de código sobre mecânica e as aulas de condução em que o instrutor abria o capot para mostrar o interior do carro, eu fiquei a saber um pouco mais de carros e, também, a gostar mais de carros.

Como o meu estágio é perto de Belém, na terça e na quarta, enquanto andava pelas ruas vi alguns carros e camiões que vão participar no Lisboa-Dakar...e que carros! Delirei ao vê-los! Então ontem, eu e o meu pai fomos apreciar essa grandes máquinas....

A zona de Belém está com o trânsito condicionado. Pelo que percebi só os transportes públicos passam para além do Mosteiro dos Jerónimos, porque é naquela zona e nos jardins em frente que estão os carros e os camiões estacionados e os pilotos a passear. Eu e o meu pai tivemos alguma sorte, porque encontrámos um buraquinho para estacionar numa rua perpendicular à rua do Jardim Botânico (acho que aquilo é um Jardim Botânico...).

Antes de vermos o que interessava, os carros, eu e o meu pai andámos a espreitar as barraquinhas dos patrocinadores e dos paises por onde vai passar o Dakar. Aquelas barraquinhas com areia no chão, puffs, incenso a queimar, pessoas vestidas de arábes fez-me relembrar a minha semana na Tunísia...ai que saudades! E ainda recebemos cada um de nós um sacão dos correios e um jornal diário :) Português que é português gosta sempre de receber uns brindes onde quer que vá...

Lá no recinto, também estavam dois senhores a apresentar os carros/camiões/motas que vão participar neste concurso. Estava várias pessoas a assistir, principalmente turistas, munidos de câmaras de filmar, máquinas fotográficas e telemóveis para ver se apanhavam algum piloto conhecido. Eu e o meu pai tivemos sorte, porque, entre os poucos pilotos e respectivos carros que, vimos o Carlos Sainz e o Tim Coronel. O Carlos Sainz conhecia de nome e de outros Dakares, mas o Tim Coronel não...Fiquei a saber que é holândes (estava lá uma familia de holandeses desde as 11h da manhã para o ver, que vinha da Turquia e que parou em Lisboa só para o ver...), tem um irmão que é piloto e, pelos vistos, mais famoso que ele e que vai levar a namorada para o Dakar. É amoroso!

No fim, lá fomos apreciar os camiões e os carros. O Jardim de Belém, em frente aos Jerónimos, parecia um parque de estacionamento! Fiquei deveras impressionada, principalmente com os camiões. Metem respeito! Tem suspensões duplas (foi o meu pai que me disse) e cada roda daquelas deve ter o meu tamanho à vontade.

Tive pena de duas coisas: de não ter levado a minha máquina fotográfica e de não ter podido guiar um camião daqueles. Fiquei com vontade de experimentar! Com certeza teria de chegar o banco bem à frente para poder levar a embraiagem até ao fundo, mas como já é hábito meu, era na boa. Deve ser emocionante conduzir um "bicho" daqueles numa estrada, deve dar um gozo extraordinário ir lá em cima... Talvez um dia concretize esse meu desejo recente...No fim do ano, ao bater das 12 badaladas como uma passa a pensar nisso...

publicado por Marisa às 13:21
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Quinta-feira, 4 de Janeiro de 2007

Nevoeiro matinal!

Novo dia de estágio! Nova manhã fria! E nova manhã de nevoeiro....

Desde que recomecei as minhas funções como Sra. Estagiária que, de manhã, tenho apanhado sempre nevoeiro no caminho. Não é durante o pecurso todo casa-estágio, porque até à Pontinha vê-se ralativamente bem, só havendo aquela neblina, tipo fumo de palco, em zonas mais planas e descampadas. E o nevoeiro só começa a tornar-se mais denso no Monsanto e em Belém, principalmente sobre o Rio Tejo.

Confesso que desde pequena sinto um fascínio por nevoeiro. Sempre gostei daquelas manhãs de neveiro e recordo com saudade os meus primeiros anos de escola, em que a minha Mãe me ia levar à escola e no caminho dizia para eu pôr as minhas mãos dentro dos bolsos dela, para ficar com elas mais quentinhas.

A minha faculdade, o ISCSP, tem uma vista bastante privilegiada sobre o Rio Tejo e a outra banda. Com uma panorâmica tão bonita, o meu lugar de eleição durante as aulas sempre foi junto à janela. Naqueles dias em que a matéria era mais dificil de ser transporta em papel, em que não dava para conversar durantes as aulas ou que estava mais pensativa, por vezes aproveitava e espreitava pela janela para me perder naquela vista, tanto fazia ser dia ou de noite...

A vista sobre o Tejo não é so privilégio de quem está dentro das instalações da faculdade, mas também de quem passa na rua e, até mesmo, no 29. Claro que quando não há nevoeiro se pode disfrutar mais da beleza da vista, mas, na minha opinião, com nevoeiro também tem o seu encanto. Com nevoeiro sobre o Rio Tejo, as únicas coisas que se conseguem ver são o cimo dos pilares da Ponte 25 de Abril e o Cristo Rei. Esta combinação do nevoeiro com o Cristo Rei fica magnifica, porque dá-me a sensação que a qualquer momento o Cristo Rei vai deixar de estar estática e sair por cima do nevoeiro a saltar...tra lá lá lá....a correr...tra lá lá lá... :) E apetece sair do 29 a voar e ir lá ter com ele...

Com tanto nevoeiro qualquer dia aparece o D. Sebastião a reclamar o trono...

publicado por Marisa às 12:33
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Terça-feira, 2 de Janeiro de 2007

Bom ano de 2007!

Sou mesmo uma blogger (será que é assim que designa uma pessoa que tem um blog?) desnaturada!! Ou melhor, sou uma blogger esquisita, pois parece que só tenho inspiração para escrever quando ando de 29.... Estive 2 semanas sem criar um post, porque estive de férias. Não foram férias muito ocupadas, mas em casa não consigui pensar em nada de jeito para postar aqui. Só o 29 é que me põe a pensar...

Férias! Ai as férias!...Sabe tão bem dormir até tarde, estar na net até tarde e não fazer nenhum...Sabe tão bem ir às compras para descomprimir, almoçar com a família, comer sundaes nos centros comerciais ao som de uma boa conversa, ver um filme com as amigas e dar um suspiro profundo, rever o pessoal do costume, ligar a alguém a altas horas....Foram boas as minhas férias!

Devia haver mais férias durante o ano. Eu não me posso queixar muito, porque como estudante ao longo da minha de 22 anos sempre tive muitas férias, mas quando começo a pensar que quando me tornar numa senhora trabalhadora só vou ter 22 dias úteis por ano...fico triste, muito triste! Acho que se houvesse mais dias de férias, os trabalhadores seriam tão mais felizes e, concerteza, haveria mais motivação e produtividade. Mas sou eu que acho...

Agora uma piada ao estilo da Worten...Férias!...férias - descanso...descanso - comer...comer - doces (claro!). Pois...estas férias foram muito ricas em doces! Não me estou a sentir gorda, apenas um pouco cheia...mas, como se costuma dizer, dias não são dias! O problema é que não como só doces no Natal, também como no Ano Novo. Como a minha Mãe e o meu Primo fazem anos no dia 1, os doces habituais da festa são os do Natal, sem contar com os doces normais...arroz doce, bolo de bolacha, mousses, doce da avó...Resumindo...passei a noite de dia 31 e o dia 1 a comer doces. Pelo menos, queimei umas calorias a bater tampas com os meus primos e a subir para a cadeira para comer as passas e pedir uns desejos. Eu não aprecio mesmo nada passas, mas neste dia há que fazer um esforço...Tal como o champanhe, também bebi um gole muito a custo que ainda me foi parar ao nariz...

Desejo um 2007 em grande e muito feliz para todos e, já agora, para mim também! 2006 foi um ano do qual eu gostei muito, muitas coisas boas, que eu não estava à espera, aconteceram, só não foi o melhor ano da minha vida, porque perdi a minha grande amiga...Como não sou muito ambiciosa, era bom que 2007 fosse igual a 2006, tirando claro a parte má, mas como diz uma amiga minha "Não te contentes com o básico!", espero que 2007 seja um ano mesmo em grande e que os desejos que pedi em cima da cadeira se realizem....

publicado por Marisa às 13:23
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