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Sexta-feira, 16 de Fevereiro de 2007

É Carnaval!!

 

Estamos apoucos dias do Carnaval, aquela época do ano em que a alegria e as brincadeiras reinam por este país e um pouco por todo o mundo. Nesta altura, é-nos permitido fazer (quase) tudo que nos vem à cabeça sem que a pessoa "lesada" leve a mal, porque "No Carnaval ninguém leva à mal".

Actualmente, o Carnaval não me diz grande coisa, nem me deixa mais alegre que nos outros 364 dias do ano. É quase igual.

Quando era pequenina, ai sim vivia muito o Carnaval. Um mês antes do Carnaval já eu começava a chatear a minha Mãe a falar do fato que eu queria ou, quando já tinha, queria logo vesti-lo para ver como ficava.

A última vez

que me mascarei foi no 6ºano. Lembro-me que a minha Escola Preparatória promoveu uma especie de desfile de mascarados no campo de futebol, em que todos os alunos que fossem mascarados faziam uma filinha pirilau em roda do campo e andávamos ao som da música, para no fim os professores escolherem a melhor máscara.

Até aos 11 anos mascarei-me de várias coisas. A minha mãe e as minhas tias começaram por me mascarar de saloia. Não me lembro. Só sei, porque me contam e porque tenho uma foto a subir umas escadas com um lenço e uma trouxa na cabeça. Saloia de Queluz com muito gosto! A seguir, mascarei-me de Capuchinho Vermelho. Eu adorava essa história! A minha Mãe contou-me inúmeras vezes para me forçar a comer. O que eu mais adorava na história era que as personagens eram reais: eu era o Capuchinho Vermelho, a Mãe do Capuchinho era minha Mãe que me mandava ir à Avó, que morava no rés-do-chão do prédio. Depois vinha o Lobo Mau, comia a minha Avó e depois o meu vizinho do lado, o caçador, ia lá matar o Lobo! Depois de ser Capuchinho Vermelho fui Madeirense. Tal como tinha acontecido como o fato de Capuchinho Vermelho, a minha Tia, que é um máximo a costurar, fez-me uma roupa de Madeirense, com a capa assim de lado, o mini chapéu na cabeça e com um Brinquinho, que o meu Pai tinha trazido da Madeira uma vez. Quando comecei a crescer e a ter voto na matéria, já comecei a escolher a minha própria máscara. Primeiro fui uma fada e, por fim, a Branca de Neve. Estes dois fatos eram um máximo! Adorava-os! Tenho uma foto vestida de Branca de Neve em que tou com um sorriso de orelha a orelha, franjinha e tótos de lado e as belas das pantufas de cabeça de coelho!

Depois cresci e em vez de me mascarar comecei a ter outros intereses: ir maquilhada para a escola!! Nessa altura, antes de ter as minhas próprias pinturas, pedia à minha madrinha e depois lá me pintava como sabia (ou não): sombra nos olhos, lábios bem pintados de vermelho (blargh!!) e um sinal feito com rimel tipo à Catarina Furtado.

Foram uns tempos muito giros. Agora o Carnaval passa-me muito ao lado, principalmente desde que entrei para a faculdade, porque quando andava na Preparatória ou na Secundária, sentia o Carnaval a aproximar-se quando sentia o cheiro nauseabundo das bombinhas de mau cheiro, os estoiros das bombinhas na camioneta e na escola e, principalmente, quando via os balões de àgua a voar e ter que fugir deles. A pior época de balões de água foi quando andava na Escola Preparatória. Nessa altura, tinha-se de ter muito cuidado ao andar na Pontinha, pois podia-se levar com um balão de água a qualquer momento. A rua em frente à minha Escola Secundária ficou apelidada da "Rua dos Balões de Água", quando eu e as minhas amigas, muito descansadinhas, passamos lá um dia e de repente começa a chover balões de água em cima de nós. A minha pior molha feita por uma balão de água foi quando andava no 5º ou 6º ano, já nao sei ao certo, quando, na hora do almoço, estava sozinha na paragem e levei com um que nem vi de onde veio, só sei que fiquei toda molhada e tive que me tar a limpar a lenços de papel, daqueles roxos, a cheirar a alfazema.

Vidas desgraçadas de alunos!

Bom Carnaval para todos!

 

publicado por Marisa às 13:47
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